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The Middle Way

Blog humanitário e reivindicativo da liberdade e felicidade de todos, até do próprio planeta.

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25
Set17

Pequenas ideias para mudar o mundo #3

JR

Ou: como matar saudades da cirurgia.

 

 

Sempre usei muito aqueles discos de algodão para limpar a cara. A cada mês era novo carregamento cá para casa. Na verdade não são caros e nunca pensei no somatório das contas a longo prazo. 

Mas essa nem foi a razão para aquilo que será o desenrolar desta história...

 

...tornei-me mais sustentável. 

E comecei a fazer os meus próprios discos de algodão! 

 

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Tudo começou com a descoberta do estilo de vida zero waste e com as pesquisas que fui fazendo desde então. A ideia retirei-a daqui. Nunca mais gastei um tostão em discos de algodão descartáveis, provenientes de plantações extremamente insustentáveis para o nosso planeta, envoltos em embalagens de plástico que iam quase directamente para o lixo.

 

Para tal, escolhi uma t-shirt velha e pus mãos à obra.

Utilizei um copo como molde e recortei vários círculos.

 

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Depois, juntei dois círculos e cosi-os juntos para dar mais consistência.

 

Como não tenho máquina de costura, cosi tudo à mão. Ponto cruzado sem rigor nas distâncias. Serviu para desenferrujar os dedos e acalmar alguma nostalgia que a saudade do bloco operatório me traz.

 

À falta de pipocas, ainda tenho uns discos de reserva para serem cosidos quando tiver um bom filme para ver.

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22
Set17

Começa a apetecer um chá. E, com ele, umas bolachinhas.

JR

É verdade.

 

Apesar do frio não ser declarado, os fins de tarde já tornam a casa mais fresca. Dei por mim a pensar num cházinho morno e numas bolachinhas acabadas de sair do forno. Não que seja especialista em bolachas. De todo.

 

Por outro lado, já há algum tempo que andava a pensar substituir as famosas bolachas Maria que a bebé tanto gosta. Mas queria algo fácil de fazer, com ingredientes facilmente acessíveis e com um resultado previsível. Depois de alguma pesquisa, tentei reproduzir esta receita.

 

Sucesso imediato! São deliciosas!

Demorei 30 minutos desde a confecção até as conseguir provar...mission accomplished.

 

 

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Bolachas de limão e framboesa (+/- 24 bolachas):

 

- 120g de manteiga sem sal, derretida

- 150-200g de açúcar (conforme a gulodice...)

- 1/2 colher de chá de essência de baunilha

- 1 ovo grande

- sumo e raspa de 1/2 limão

- pitada de sal

- 1/4 colher de chá de fermento

- 1/2 colher de café de bicarbonato de sódio

- 200g de farinha

- duas mãos cheias de framboesas frescas levemente desfeitas

 

Pré-aquecer o forno a 180ºC. 

Numa taça grande, bater bem a manteiga e o açúcar até obter uma mistura homogénea. Juntar a baunilha, o ovo e o limão e misturar. Adicionar o sal, fermento, bicarbonato de sódio e farinha. Bater bem. Por fim, envolver as framboesas até que fiquem bem dispersas por toda a massa.

Cobrir o tabuleiro do forno com papel vegetal ou com uma base de silicone e verter uma ou duas colheres de sopa de massa (dependendo do tamanho desejado para as bolachas), de modo a formar bolachinhas individuais. A massa é pegajosa, pelo que não dá para moldar as bolachas à mão. Não ficaram um círculo perfeito...mas gosto deste tipo de imperfeições.

 

Levar ao forno cerca de 15 minutos, ou até perderem o brilho e ficarem levemente douradas.

Retirar do forno e deixar arrefecer, pare que fiquem mais crocantes por fora e fofinhas por dentro.

Eu consegui fazer duas fornadas!

 

A repetir!

 

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18
Set17

Setembro Sustentável - zero desperdício alimentar

JR

Tenho estado um bocado ausente. Admito.

Aindei às voltas pela Europa em pequenas reuniões sobre Fibrose Quística. Deixei o meu cérebro dedicar-se a esse tema por completo.

 

Estando de volta, retomo o meu cantinho cibernáutico, com toda a satisfação e aconchego de quem chega a casa.

Desde o início de Setembro que está a decorrer um evento no Instagram, organizado pela She is awake, uma instagrammer portuguesa dedicada à sustentabilidade e lixo zero. Um bocadinho à semelhança do Plastic Free July, de origem australiana, decidimos que durante o mês de Setembro várias instagrammers e bloggers, essencialmente portuguesas, iriam fazer vídeos em directo relacionados com o tema: Sustentabilidade.

 

Assim, na primeira semana foi abordado o estilo de vida lixo zero, através de conversas muito interessantes e interactivas, recheadas de histórias pessoais, sugestões e experiências de vida. A semana passada foi dedicada ao tema: zero desperdício alimentar.

Esta semana arranca a temática da moda sustentável e eco fashionSe tiverem interesse, podem dar um saltinho até ao meu instagram e ficar a conhecer as convidadas desta semana. Acreditem, tem valido a pena!

 

Embalada pelo zero desperdício alimentar, olhei para o meu frigorífico e tirei os alimentos que se estavam a estragar. Com um pouco de imaginação, dei-lhes um outro destino que não o lixo doméstico...

 

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Adiram ao movimento e ao desafio Setembro Sustentável

 

Como é que aproveitam os restos dos alimentos? Ideias, ideias!...

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05
Set17

Monte Selvagem - um dia bem passado

JR

A minha relação com os jardins zoológicos é bastante ambígua. O contacto com animais que, de outra forma, nos são remotos é fascinante! Mas o cativeiro, as jaulas, a domesticação sempre me fez confusão. Por isso, visitar o Monte Selvagem foi uma agradável surpresa.

 

Esta reserva animal, privada, está situada em Lavre, perto de Montemor-o-Novo (+/- a 1 hora de Lisboa). É um parque com uma forte vertente lúdica e pedagógica, tendo vários jogos espalhados pelo seu terreno, que visam o ensino da sustentabilidade. Segue critérios de coerência ambiental, focando-se na preservação das espécies. Os animais encontram-se, em muitos casos, em liberdade.

 

Têm uma quintinha, onde vários animais se espreguiçam pelo terreno em belas sestas. Os visitantes podem entrar e contactar directamente com eles. Numa das zonas do parque, os animais de maior porte encontram-se soltos, sendo possível vê-los de perto através de um passeio de tractor. As restantes espécies encontram-se em zonas delimitadas, mas espaçosas. Vários jovens identificados tratam, cuidadosamente, deles. Afáveis e comunicativos, prontamente nos forneceram informações. 

 

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Ao longo do parque, várias zonas recreativas fazem as delícias dos mais novos (e não só). Desde casas nas árvores, baloiços feitos de pneus, mesas de cortiça. Um verdadeiro reaproveitamento de materiais que tornam o parque ainda mais bonito.

 

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Para quem tiver mais calor, vários postos com mangueiras podem ser utilizados para épicas guerras de água! 

 

A pequenina adorou andar por ali. Ver, ao vivo, os animais dos seus livros e brincar em todos os recantos, cuidadosamente, criados para os mais novos deixou-a feliz (e cansada!). Será um local a regressar quando ela for mais velha, para que possa interagir ainda mais com o espaço e aprender um pouco mais sobre a Natureza.

 

Já eu...continuo a sonhar mudar-me, um dia, para o Alentejo...

 

 

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01
Set17

Acompanhamentos coloridos

JR

Em criança não gostava nada de beterraba. Aquele sabor a terra punha-me a fugir.

Mas com o passar do tempo (não sei explicar este fenómeno) passei a adorar. Na verdade, passei a gostar de várias coisas que antes me repugnavam. 

Uma coisa que se mantém é o meu gosto por coisas avinagradas: pickles, vinagretes, tudo que leve vinagre balsâmico...

 

Já há muito tempo que, quando cozo beterraba, a tempero com imenso vinagre. Entretanto, experimentei ontem esta receita que é maravilhosa na sua simplicidade. O toque a anis caiu-lhe tão bem, que tive de partilhar (mãe, esta receita é para ti!)

 

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Primeiro, cozi a beterraba durante uns 30 minutos, até ficar mais molinha. Depois, coloquei numa travessa, reguei com parte da água da cozedura, e levei ao forno mais 30-40 minutos até estar completamente cozida.

Depois de arrefecida, cortei em rodelas.

 

Numa panela pequena, coloquei 2 copos pequenos de vinagre branco, 1/3 desse copo de açucar, 1 colher de chá de sal, uma pitada de pimenta preta e uma estrela de anis. Deixei ferver uns 5 minutos, até ter a certeza que o açucar estava completamente dissolvido.

Reguei a beterraba com este preparado e deixei no figrorífico durante a noite.

Hoje comi como acompanhamento. Fantástico.

 

Têm receitas maravilhosas com beterraba? Podem partilhá-las comigo! 

 

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