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The Middle Way

Blog humanitário e reivindicativo da liberdade e felicidade de todos, até do próprio planeta.

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30
Ago17

À minha irmã pequenina...

JR

...que vai agora de Erasmus e que, afinal, já não é assim tão pequenina.

 

Rabo gordo,

 

Estás prestes a começar um dos melhores anos da tua vida. Muitos outros se seguirão, certamente. Mas este, este que agora começa, vai estar sempre no topo. Por isso vai feliz, mesmo que por vezes te sintas com algum medo. Repara bem, à chegada, na cidade que vai ser a tua casa durante um ano. Guarda na memória esse primeiro encontro que vão ter.

 

Os primeiros tempos podem ser um bocado difíceis. Vais-te sentir perdida, vais achar que nunca vais conseguir falar a língua, que vais chumbar a todas as cadeiras. Mas esse é apenas um dos obstáculos e faz parte. Rapidamente vais dar a volta à situação e tudo entra nos eixos. E vais ser tu a conseguir resolver esses problemas, sozinha. Quando te aperceberes disso, vais-te sentir orgulhosa.

 

Este é o ano para seres controladamente livre. Sim, isso mesmo. Aproveita para seres tu mesma. Ninguém tem expectativas a teu respeito! Apresenta-te tal como és. Sem medos ou vergonhas. Não te escondas. Fala quando tiveres coisas a dizer, pergunta se tiveres dúvidas, pede ajuda se for preciso. Mesmo que cores ou que te trema a voz. Experimenta outras formas de ser e de estar no mundo. Conhece o mundo. Não faças apenas amigos, mas cria uma família. 

 

Este ano é para ser aquilo que tu quiseres. Este ano é para aproveitares para te tornares na pessoa que queres ser. Aprende sobre bichos, mas aprende também sobre pessoas.

 

Sai, anda, explora e descobre, mas não vás sozinha. Protege-te. Acredita no teu instinto. Faz só aquilo que quiseres. Sê forte na tua postura e nas tuas convicções. Para onde fores, leva sempre um plano B ou C na carteira, é com eles que vais contar se as coisas não correrem como planeado. Mas não deixes de ir! Este não é um ano para preguiças, as séries vão cá estar quando regressares. 

 

Por maior que seja a instabilidade actual, vais ver que o mundo é, maioritariamente, bom. Faz parte desse movimento. Espalha o bem no teu caminho.

 

Quando regressares, tudo vai estar igual. Só tu vais estar mudada, porque este ano muda as pessoas e a tua maneira de estar na vida vai ser diferente. Por isso, pega nos teus sonhos e dá-lhes andamento já. Aproveita o impulso desta mudança. Se não tens sonhos?...Ora, sonha agora, então!

 

Nunca te disse antes, mas existe mesmo uma princesa num castelo. És tu! Sai desse castelo e constroi as tuas próprias muralhas. 

 

Bom Erasmus!

 

Da tua irmã,

 

 

 

A Rainha do Mundo

 

PS - não me ligues a meio da noite a pedir para te ir buscar não sei onde. Olha que sou capaz de me pôr, mesmo, a caminho.

 

PS1 - o teu rabo não é gordo.

 

PS2 - não, não foste adoptada. Nós somos iguais! Era só pare te irritar quando eras mais nova...

 

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28
Ago17

Um livro na altura certa

JR

Peguei neste livro por puro acaso. Tenho vários por ler aqui em casa. Foi uma coincidência tê-lo feito em plena época eleitoral angolana. Foi a minha estreia com José Eduardo Agualusa. E que estreia...

 

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 Livro publicado este ano, representa um acto de coragem por parte do autor. Uma crítica límpida à situação política de Angola. Personagens complexas e profundas. Uma história que contém várias histórias que gravitam em torno do sonho. Contudo, é um livro real, cheio de realidade e de personagens que poderiam ser (são?) reais.

 

Um livro que nos relembra o poder de sonhar. Um sonho que mantém viva a esperança. O sonho como arma política. O sonho como rastilho de liberdade.

 

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Um livro para ler, reler, dar e emprestar.

Um livro para contagiar os sonhos do mundo.

Um escritor para seguir de perto.

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23
Ago17

Um blog a seguir: ganhar mundo.

JR

Num mundo cada vez mais dividido, pessoas que cruzam fronteiras, sem medos e sem reservas, são uma inspiração.

 

Uma cirurgiã pediatra (das melhores que tive o privilégio de ver operar) e uma fotógrafa partiram rumo a um ano de viagens pelo mundo. Pelo caminho, pretendem levar com elas o conhecimento que têm e envolver-se em projecto de ajuda a crianças.

Na agenda têm 18 países escolhidos: Indonésia, Timor Leste, Oceania, Índia, Vietnam, Camboja, Laos, Sri Lanka, Nepal, Tibete, Israel, Jordânia, Irão, África do Sul, Namíbia, Tanzânia, Madagascar e Portugal.

 

Ganhar mundo, assim se chama o blog, vai-nos permitir seguir as suas pisadas, partilhar as suas aventuras e descobertas, conhecer o mundo através delas.

São pessoas assim, que constroem e reparam, que criam pontes entre as pessoas, que fazem a diferença. Fazem-nos ter esperança no futuro. Fazem-me continuar a acreditar que a diversidade não nos afasta mas, ao contrário, nos une. Nos torna mais fortes.

 

Sigam, também, o Instagram  para pequenas actualizações mais frequentes.

 

Um ganhar mundo num mundo que, certamente, sairá a ganhar.

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22
Ago17

Pequenas ideias para mudar o mundo #2

JR

Adoramos iogurtes naturais! Raramente temos iogurtes com aroma aqui em casa. Na maioria das vezes, aromatizamos nós. Até a bebé prefere assim.

 

Portanto, era uma das coisas que comprávamos muito. Sim, utilizei o verbo no passado propositadamente. 

Decidi comprar uma iogurteira! Com este pequeno vício que se instala em nós, de tentarmos reduzir ao máximo as embalagens cá de casa, foi uma decisão fácil de tomar. Aliás, já andava a marinar a ideia há algum tempo...

 

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Na verdade, a compra foi rápida e pouco pensada. Estava a fazer as compras no Lidl e vi esta a um preço super acessível. Tenho de dizer que funciona às mil maravilhas. Os iogurtes são...iogurtes. Como os outros. Óptimos.

A própria iogurteira traz a receita: 5 colheres de um iogurte natural misturadas em 1L de leite. Distribuir pelos frascos, deixar incubar 10-12h et voilá.

 

Acho que com apenas 1 iogurte natural vou conseguir fazer 21 iogurtes caseiros  O milagre da multiplicação! E uma redução drástica das embalagens!

 

Depois...ah, depois...dá-nos para estes devaneios:

 

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 Quem também já tem uma iogurteira?  

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19
Ago17

Zero Waste e Slow Living

JR

Afinal, qual a filosofia por trás do estilo de vida Zero Waste?

Resumidamente, diminuir ao máximo a quantidade de lixo que vai parar aos aterros.

 

À medida que vou descobrindo mais sobre este estilo de vida, sempre com um ponto de vista crítico e pessoal, começo a pensar o mundo de outra maneira. As minhas escolhas mudaram de forma profunda. Não consigo olhar para o consumismo desenfreado da mesma forma, aquilo que escolho é mais ponderado e parece que me sinto mais alerta e consciente. Faz todo o sentido. Na verdade, não precisamos de mais de metade das coisas que temos. Deitamos tudo fora com demasiada leveza. Tudo é descartável e demasiadamente rápido e etéro. Por isso, muitas vezes, o conceito de Zero Waste aparece associado ao conceito de slow living. Ou seja, pararmos. Abrandarmos o ritmo da vida, das compras, do consumismo. Abrandar para termos tempo e espaço para dar valor ao que, realmente, importa.

 

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Está, também, associada a uma forte componente ética. Respeitar o planeta onde vivemos, os animais, as pessoas. Ter consciência que os recursos que utilizamos são finitos e que a população é demasiada para esses recursos. Respeitar o ciclo natural do planeta, para que se possa regenerar, a seu tempo, permitindo-nos continuar a retirar dele o alimento, energia, roupa e conforto.

 

 

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Estes são os seus princípios-base: recusar, reduzir, reutilizar, reciclar e fazer compostagem. Seguindo estes princípios, não é produzido lixo doméstico, o fim de um produto acaba por dar início a um novo ciclo e a um novo produto. Passar de um sistema linear para um sistema mais cíclico, em que os materiais são utilizados de forma mais eficiente. Em que a escolha desses mesmo materiais é tida em conta para que, na altura em que cheguem ao fim do seu ciclo e se tornem lixo, sejam o menos tóxico possível.

 

Implementar isto de forma radical é difícil. Mas abre-nos portas para melhores escolhas.

 

Não pretendo que todos nós consigamos colocar todo o nosso lixo num pequeno frasco de vidro. Mas todos nós podemos fazer mais. Cuidarmos um pouco mais. Preocuparmo-nos mais.

A oferta é pouca. No mercado estamos rodeados de tudo que é descartável: fast food, fast fashion... Quem quer mudar tem de fazer alguma ginástica. Talvez, se mais gente exigir produtos mais sustentáveis, comecem a aparecer mais alternativas a preços mais acessíveis. Talvez se torne a norma.

 

 

Nos dias que correm, até a vida se está a tornar descartável.

É por aqui que queremos continuar a caminhar...?

 

 

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15
Ago17

Cinesioterapia divertida #1

JR

O tempo passa a correr. Mesmo.

 

Entre hoje e o último post já se passou algum tempo. A verdade é que ando ocupada e entretida a investigar como reduzir a minha pegada ecológica. Ando a ler e pesquisar sobre o chamado Zero Waste Lifestyle. Ou seja, como reduzir, drasticamente, o lixo cá de casa. Tenho descoberto coisas bastante interessantes! Por um lado, a comunidade zero waste/lixo zero é gigantesca! Muito proactiva, divertida e consciente. Por outro lado, existem soluções e alternativas bastante acessíveis. Muito mais do que estava à espera. Portanto, estou entusiasmada com este meu novo projecto familiar e espero poder alargá-lo a outras casas e outras famílias. O planeta agradece. E os nossos filhos, netos, bisnetos (...) também.

 

Mas isso fica para posts futuros. Estejam atentos e entrem neste caminho comigo.

 

Hoje, como tooodos os santos dias, começamos o dia, eu e a bebé, na nossa ginástica matinal - a tão necessária cinesioterapia respiratória.

Os doentes com Fibrose Quística (FQ), como referi num post anterior,  acumulam nas suas vias aéreas muco espesso e viscoso que, ao longo do tempo, vai levar a uma maior acumulação de bactérias, com aumento da resposta inflamatória local e desenvolvimento de infecções respiratórias de repetição. Uma das partes fundamentais do tratamento é a cinesioterapia respiratória, um conjunto de exercícios e técnicas que, aliadas à medicação, vão ajudar a eliminar esse muco.

 

Nas crianças, iniciar estas técnicas, pode ser difícil. É preciso ter rotina e tentar, ao máximo, tornar tudo numa brincadeira divertida. Deve ser feita todos os dias e, nas exacerbações, duas vezes por dia.

Desde os 6 meses de idade que começamos a fazer este tipo de exercícios. Recentemente, a Associação Nacional de Fibrose Quística (ANFQ) conseguiu disponibilizar fisioterapia domiciliária aos bebés mais pequeninos. Assim, tivemos duas fisioterapeutas cá em casa a ensinar-nos a todos (incluindo a babysitter) como fazer a cinesioterapia adaptada à idade. Uma iniciativa tão importante que, desde já, agradecemos.

 

A pequenina já aderiu à rotina e, todas as manhãs, depois do pequeno-almoço, lá vai ela buscar o tapete de actividades e a sua bola de pilates. Logo a seguir traz os comandos da televisão.

 

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Decidimos aliar a fisioterapia aos seus desenhos animados preferidos. Dessa forma, conseguimos que ela fique a saltar na bola entre 30 minutos a 1 hora, sempre animada e divertida. Pelo meio, tentamos fazer alguma percussão torácica (que ela tolera bem) e algumas compressões da grelha costal (que ela não gosta muito...).

 

O benefício destes exercícios é cumulativo, o que significa que se fizermos pouco tempo, várias vezes por dia, continuam a ser vantajosos. Por isso, quando a bebé se cansa, nós não forçamos. Queremos que seja algo que ela goste de fazer. Quando isso acontece, tentamos repetir a "ginástica" mais tarde.

 

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Pais de bebés com FQ que me estejam a ler, que técnicas utilizam? Como as tornam divertidas? Todas as sugestões e partilhas são preciosas!

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07
Ago17

Como sobreviver aos treinos para uma meia maratona - bolas energéticas

JR

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Isto de tentar correr uma meia-maratona não é pêra doce...!

 

Tenho seguido os treinos do plano que escolhi e estou a aguentar-me. Mas não vou negar: é difícil. Os treinos são cansativos para quem nunca correu de forma séria ou regular.  Inicialmente, o cansaço era extremo, bem como as dores musculares. Tive de rever a minha alimentação e procurar os nutrientes necessários para conseguir aguentar tanto os treinos como, depois,  a meia maratona em si. Ainda tenho muito a aprender neste campo...

 

Encontrei esta receita e resolvi experimentar.

É, definitivamente, um boost calórico e energético, óptimo como snack pós-treino. Ao chegar a casa, depois de esgotadas as minhas reservas energéticas, para além da hidratação obrigatória, tenho comido uma ou duas destas bolinhas caseiras com um iogurte grego ou skyr ou uma banana.

Aos poucos e poucos, começo a suportar melhor o esforço. E estou a ganhar...aquele bichinho da corrida. Há quem diga que se pode tornar um vício...

 

INGREDIENTES:

- 16 colheres de sopa de aveia

- 11 colheres de sopa de côco ralado

- 8 colheres de sopa de manteiga de amendoim

- 5 a 8 colheres de sopa de pepitas de chocolate negro

- 8 colheres de sopa de sementes de linhaça moídas

- 1 colher de chá de aroma de baunilha

- 5 colheres de sopa de geleia de agave

- 1 colher de sopa de sementes de chia

 

Juntam-se todos os ingredientes numa taça média e mistura-se bem.

 

 

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Este preparado final é colocado no frigorífico durante cerca de meia hora.

Por fim, basta moldar as bolinhas com as mãos et voilá!

 

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Deliciosas.

 

Que receitas pós-treino têm por aí?

 

 

PS - a grande maioria dos ingredientes foi comprada a granel na fantástica Maria Granel. Zero desperdício.

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02
Ago17

Pequenas ideias para mudar o mundo #1

JR

Não é novidade que ando a tentar reduzir a quantidade de lixo (especialmente plástico) cá de casa. São sempre mudanças graduais. Mantenho-me sempre a pesquisar e à procura de novas ideias.

 

A mais recente foi esta:

 

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Levei os meus próprios recipientes para o supermercado e pedi para que o queijo, chourição e fiambre fossem pesados e colocados directamente nos recipientes. Desta forma consegui evitar o papel e o plástico que costumam ser utilizados para acondicionar estes frescos. Trouxe, exactamente, aquilo que queria e foi só colocar no frigorífico assim que cheguei a casa. Sem plásticos desnecessários que iriam directamente para o lixo.

A ideia foi vista com algum espanto pelos funcionários, mas foi bem recebida. Espero que, em breve, se torne habitual.

 

A partir de hoje estamos, oficialmente, em dívida para com o planeta. Este ano, mais cedo do que nunca, a 2 de Agosto, a humanidade esgotou as reservas naturais disponíveis. A partir de hoje, estamos a consumir acima das possibilidades do planeta. Aquilo que gastarmos hoje não vai ser recuperado dentro do próximo ano.

 

Não sejamos um Trump. Olhemos à nossa volta. Façamos a nossa parte.

 

 

 

Mais ideias ecológicas desse lado?

 

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01
Ago17

Meia maratona de Lisboa - pela Fibrose Quística

JR

Gosto de correr. Sempre gostei. Mas, na verdade, nunca corri de forma consistente nem nunca tive uma motivação excepcional para correr. Ia correndo...aqui e ali, mais pela paisagem e quando as pernas estavam entorpecidas. Na grande maioria das vezes, a inércia saía vencedora.

 

Já há algum tempo que queria voltar a correr, tornar-me mais activa. Em primeiro lugar, lá está, pelo gosto. Em segundo, para servir de exemplo à bebé. A sua Fibrose Quística (FQ) vai exigir-lhe imeeeenso desporto e actividade física. É essencial para que os seus pulmões se vão mantendo a funcionar bem, limpos, preenchidos. Mas aquela inércia...

 

Até que a Associação Nacional de Fibrose Quística (ANFQ) publicou o seguinte:

 

 

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Não precisei de muito tempo para pensar. Aí está a minha motivação!

Primeiro dia pós-férias = primeiro dia de treino.

 

Juntem-se a nós!

Inscrevam-se na Rock ‘n’ Roll Meia Maratona Santander Totta RTP ou na Mini Maratona EDP através do site da ANFQ, para que a vossa participação seja feita em forma de contributo. Para que cada pessoa com FQ possa viver num país onde os seus cuidados sejam cada vez melhores. Onde respirar melhor seja uma realidade.

 

Façam a sua inscrição aqui.

 

Ready.Steady. GO!

 

 

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01
Ago17

Fomos de férias!

JR

Três semanas se passaram. Estivemos ausentes e soube tão bem!

Os dias lentos, preguiçosos e salgados da praia, longe do bulício da cidade, do ar poluído de carros acelerados. Só nós a vê-la crescer vertiginosamente.

 

E como cresceu! Começa a querer balbuciar mais algumas palavras e o "mamã" e o "papá" sáo ditos de forma mais firme e categórica. Tem mais intenção.

Manda beijinhos a toda a gente que passa, na sua doçura habitual. E aquele olhar que fala, que se transforma em amêndoa a cada sorriso.

 

Adorou a praia. Primeiro a medo, desconfiada, estranhando  a areia. Depois...ah, depois...em correrias rumo ao rebentar das ondas. Sim, já corre! Destruidora de castelos de areia (que já não fazia há tanto tempo!), mas encantada pela forma como eles se constroem.

 

Sem medo algum do frio, entrou tremendo na piscina. Contente por navegar na sua bóia navio, olhando em frente como quem segura o leme.

Reviu a família, já sem estranhar as barbas e os chapéus. Observou as traquinices do primo mais velho, contente e sempre a aprender.

 

E aquele cabelinho que se multiplicou tornou-se mais dourado!...

 

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Mas voltar a casa teve, também, o seu encanto. Soube bem redescobrir o nosso espaço!

Fora do nosso canto, na imprevisibilidade dos dias e dos apetites, fomos esbarrando em plástico indesejado. Mas mantemo-nos firmes no nosso esforço!

Aproveitei o meu isolamento cibernáutico para fazer algumas pesquisas. Tenho mais algumas mudanças que pretendo implementar cá em casa, que espero partilhar aqui nesteu meu recanto.

 

Amanhã, começo um novo desafio!

Qual será?

 

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