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The Middle Way

Blog humanitário e reivindicativo da liberdade e felicidade de todos, até do próprio planeta.

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23
Mar16

A brincar, a brincar

JR

Numa das minhas deambulações cibernáuticas de hoje, dei de caras com este TED talk. Admito que o tema me interessa e me é próximo pelo simples facto de que, no início da minha carreira profissional, me senti completamente assoberbada pela ansiedade, stress, medo de falhar. De um momento para o outro todas as horas foram dedicadas ao trabalho, a melhorar... e, mesmo em casa, não me conseguia desligar mentalmente do peso da responsabilidade que tinha em mãos. Ansiedade e medo.

Com o tempo fui adquirindo as minhas próprias estratégias e tudo melhorou, apesar de ser sempre um processo contínuo. As horas de trabalho mantêm-se, a responsabilidade é a mesma ou maior, mas a tranquilidade mental é outra. O sossego dos pensamentos.

 

Recomendo:

 

 

 

 

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22
Mar16

Back to basics

JR

Estava ontem sentada no sofá quando, num espaço de 5 minutos, escureceu de tal modo que deixei de ter luz para ler o livro que tinha em mãos. Rapidamente, o céu parecia estar a desmoronar-se nas nossas cabeças. Mais 5 minutos e estava tudo branquinho, coberto de bolas de granizo. Nada estranho, não estivessemos nós em Lisboa.

 

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Não sei como é que ainda nos deixamos estar nesta apatia. Não será altura de nos apercebermos que o tempo está a mudar? Que estas alterações súbitas do clima, estes fenómenos extremos, não só aqui mas em todo o mundo, nos deviam mobilizar e incentivar a mudança de hábitos? Mas parece que temos uma inclinação forte para a apatia e muitos preferem aceitar os factos como se de destino se tratasse. Porque mudar custa e parece sempre que as coisas acontecem aos outros, a outra geração, não a nós.

 

O ambiente caótico e, hoje, mais um atentado terrorista... A história a repetir-se em loop, às mãos do Homem. Tudo acontece quase à nossa frente, no nosso tempo de vida, na idade cronológica do planeta que é nosso. É nesta altura que temos oportunidade de agir. Não antes nem depois...esses tempos pertencem a outros. Nós estamos aqui agora. A Humanidade é o somatório de cada um de nós, indivíduos únicos, e a nossa acção ou inacção conta. Demo-nos mais importância.

 

Nos dias de hoje, já não é concebível que as pessoas não reciclem. Os pontos de colheita de resíduos separados estão cada vez mais acessíveis e a informação está à nossa disposição.

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Já reciclamos aqui em casa há algum tempo, mas confesso que tive sempre algumas dúvidas quanto a alguns resíduos...o que faço com os copos que se partem? (vão para o lixo indiferenciado) Com os espelhos? (o mesmo) E os frascos de perfume? (vão para o ecoponto verde) Lavo as latas todas? (não obrigatoriamente, só se quiser diminuir os odores), ...

Acabei por descobrir todas estas respostas no site da Sociedade Ponto Verde (e acabei por aprender um pouco mais ainda). Existe mesmo uma secção com curiosidades relacionadas com a separação de resíduos que achei bastante útil ( http://www.pontoverde.pt/curiosidades.php ). Por aqui, vamos passar a ser mais eficazes.

 

Será que vai fazer toda a diferença no mundo? Eu sozinha, não. Nós todos? Sim.

 

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02
Mar16

Velhos hábitos

JR

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Ao chegar a esta fase, descubro que os dias podem ser, efectivamente, longos. É uma questão de perspectiva! De um momento para o outro, dou por mim com horas vazias nas mãos, parada algures pela casa, a tentar perceber como quero ocupar os dias. Vou fazendo, lentamente, as tarefas normais: pendurar roupa, pôr as máquinas a lavar, tratar das compras mas, mesmo assim, escorrem-me minutos à volta.

 

Foi então que voltei a usar este tempo como, há já muitos anos, usava. Sentei-me e li. Nunca deixei de ler, mas dei por mim a "ler à pressa". Hoje, deixei-me consumir pela história, pelo enredo, pelas personagens...tirei tempo para pensar nas frases, nos segundos sentidos. Posso, finalmente, saborear o folhear das páginas, que adoro, com tempo e sem horários a cumprir. E sabe tão bem!

 

Sou, completamente, viciada em Fernando Pessoa. Na sua singularidade, forma autêntica de sentir e de conseguir descrever sentimentos. Na forma como se desdobra, genialmente, em vários.

Neste livro, não só vamos sendo confrontados com excertos das suas obras, incorporados num romance biográfico, como parece que o vamos acompanhando, ao longo da sua vida, com livre acesso aos seus pensamentos. Aos seus e dos seus heterónimos, maioritariamente Àlvaro de Campos, o meu preferido, que vai saltitando ao longo do livro, expondo a sua irreverência sem medos.

 

Além disso, descobri que a  almofada de amamentação é óptima para apoiar tanto o livro como os braços!

 

Os livros fazem-nos tão bem...!

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